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fé menina


A vida vem embrulhada numa caixinha de surpresas, mostrando que nem sempre é necessário fazer planos. As coisas simplesmente acontecem.  Num dia estamos desmotivados e, noutro, está tudo novo, renovado, reinventado. A vida, que me ensinou a por o "A" na frente do Mar, agora vem e me assopra mil e trinta e duas novidades de forma leve. Sinto medo do novo, mas o barquinho é tão confortável que o medo se torna irrisório perto da imensidão da empolgação perante o desafio. A certeza é ainda maior sabendo que tenho mãos dadas junto do amor, que sempre sempre sempre sempre sempre repetidamente sempre me faz mais forte. Ele vê em mim o que o espelho não mostra e, depois de muito protelar, acabei me aceitando da forma como o Amor me vê, numa tentativa de acreditar em mim tanto quanto acreditam.

Chá das 5: Rock Gaúcho.

Há uma era atrás existia aqui no blog um marcador falido que intitulei de "Chá das 5", feito com imagens e letras candy colors. Uma fofura que só. Porém, como quase tudo que invento, o marcador ficou perdido no tempo e as postagens, posteriormente, foram excluídas (que arrependimento!). Aí que ontem, lendo o texto do Antônio para o Rotoaroots, lembrei de uma postagem que estava estagnada nos rascunhos e resolvi recriar o Chá das 5. É praticamente um TOP FIVE, só que com um nome muito mais bonitinho, menininha, fofolindo e etcétera. Por que? Porque eu quero e o blog é meu, então invento como quiser. :P

sobre o dia 08.07.2014


Em nota no post de ontem, comentei que falaria do jogo e do Cachinhos Dourados numa próxima oportunidade. Talvez estivesse premeditando que o Brasil seria eliminado da Copa e fosse necessário escrever umas linhas para falar do ocorrido. Ou talvez foi só coincidência mesmo — prefiro acreditar.

Incômodo


Tem um nó na minha garganta desde sábado passado. Não, não foi porque gritei como louca os dois gols do Brasil. Nem porque gritei histericamente porque Cachinhos Dourados fez um gol também. Acredito que o nó na garganta nem seja só meu, mas sim de uma grande maioria de brasileiros: e a culpa é do Neymar. Ou, melhor dizendo, a culpa é do Zúñiga.

órfã.


Quando começaram a falar da Copa do Mundo, jurei que não escreveria uma linha sobre o assunto. Estava extremamente desmotivada com a Copa, tendo em vista toda a roubalheira. Bem verdade, eu estrava extremamente frustrada com o governo brasileiro por ter roubado de mim todo o brilho de uma Copa do Mundo, pois sempre fui fanática pelo clima de Copa. Achava lindo demais o povo se embalando em bandeiras verde-amarela, o povo se pintando com as cores do Brasil, ozamigo se reunindo numa mesa de bar para torcer pelo Brasil e etc, etc, etc. Aí vieram uns políticos, acabaram com toda a magia da Copa e, confesso, até comecei a procurar por rostinhos bonitos para torcer. Atire pedra se puder: antes da Copa começar, eu fazia parte do percentual que torceria contra o Brasil nesse mundial.

sobre livros, pois é.

Na  falta de um título, roubei descaradamente o título dado na postagem da Nanafofalinda, que me indicou essa super TAG para responder. Já tem um certo tempo que penso nas respostas e quase desisti de fazer o meme, mas como decidi que a partir desse mês eu pararei de procrastinar as coisas, vamos …

entre[linhas] #003

LEVEZA. 
Vê a contradição?  Até mesmo um dente-de-leão,  É arrancado com o vento...

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