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Aquela saudade de ex


Terminamos há pouco menos de um mês. Uma história que começou de uma maneira inofensiva onde os vilões tornaram-se os protagonistas principais: eu e você.

Agora, dentre tantos adjetivos, o "ex" cairia melhor para esse momento.

Sabe, finais não são fáceis, pelo menos não para mim. Não me preocupei em bancar a desapegada, autossuficiente ou a "fodona". Mesmo que eu seja tudo isso. Eu preferi sentir o que estava acontecendo dentro de mim, então optei por ser sincera com você e comigo.

Se a saudade batia? Rapaz, ela machucava e fazia doer, mas já sou calejada!

Tudo me lembrava nós. Meu Spotify intercalava com músicas que eu queria dedicar e as que eu havia dedicado. No Facebook, qualquer coisa engraçada, meu dedinho coçava para marcar. Meu twitter, como de costume, cheio de reclamações e drama. Até nessas conversas corriqueiras do dia dia tinha um pouco de nós nas entrelinhas. Todos percebiam mas, mesmo assim, eu teimava e falava que não.

E hoje eu me afastei, mas não significa que esqueci.

O que foi bom, realmente foi foda, se não deu certo, paciência. E eu espero, do fundo do coração, que ele seja muito feliz. Mesmo por tantos altos e baixos, sempre fez o que era melhor, inclusive partir.

Por isso decidimos parar com as vírgulas e de vez colocar um ponto final. Porque só com ponto final eu posso escrever outra história, uma história melhor e consequentemente mais feliz.

E dizer, para quem quer que seja, que a saudade de ex é como bater o dedo mindinho na quina do móvel: na hora dói, machuca e pode até fazer chorar. Mas uma hora vai sarar. E tudo ficará bem.

E lembre-se: o amor não é uma prisão e sua intensidade não é um defeito.

Um grande abraço e tchau!

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