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Finalmente parei para me escutar


Desde que a internet chegou cheia de ditadores de regras, ficou cada vez mais comum vermos pessoas falando sobre empoderamento, autoconhecimento. “Empodere-se”. “Conheça-te a ti mesmo”. “Busque terapia”. Desejamos que o outro descubra sempre tudo sobre si e o melhor de si, mas é incrível como temos relutância a nos autoconhecer.

Sempre fui boa com discursos para os outros. E sempre fui ótima em me ignorar completamente. Fui me deixando para mais tarde, sabe? A vida inteira. Não era tomada de ‘ações’, mas de reações. Eu reagia quando algo estava no limite. Ignorava até onde podia, até onde o corpo aguentava, até onde a mente conseguia fingir que estava tudo bem.

Desde que tive minha supercrise de ansiedade, lá em 2015, onde o autoconhecimento não foi uma opção e sim uma necessidade, busquei abrir minha mente e conversar mais comigo, numa tentativa desenfreada de parar de me ignorar. Procuro entender meu humor, busco saber o porquê das minhas reações, procuro entender o porquê dos meus dias de silêncio.
Mas buscar saber e querer saber
são coisas bem diferentes, não é?
Sempre freio quando começo a entender as coisas. É insano demais, sabe? Como se você buscasse uma luz no fim do túnel e, ao encontrá-la, corresse para longe, com medo do que a claridade pode revelar. É fácil demais se acomodar naquilo que a gente não vê e, não vendo, não entende. É cômodo. É quase confortável. E digo “quase”, porque é só uma falsa sensação de conforto. Dura um tempo, depois começam as agonias e as vontades de querer saber, de querer – de fato – me ouvir...

Dia desses conheci uma mulher que trabalha com Astrologia Holística Quântica. Eu, geminiana que sou, fiquei super curiosa no trabalho dela. Sempre tive muita vontade de entender meu mapa astral, de saber quais meus pontos fortes e fracos, sabe? Tive uma amiga que fez e ela falou tão bem, falou que entendeu tanta coisa que eu queria muito essa experiência. Fiz umas perguntas sobre signos (quem nunca?) e marquei de fazer meu mapa. E ontem, onze de setembro, descobri o que ele diz de mim.

É muita coisa!

É insano ouvir a Tatiane falar. Ela abre um círculo cheio de linhas vermelhas e azuis, vai narrando cada casa e mostrando umas verdades que eu jurava que tinha jogado fora, mas que estavam só escondidas debaixo do tapete. Senti o queixo cair algumas vezes, me vi acenando com a cabeça em concordância e vi as bochechas ruborizarem com algumas verdades, como a procrastinação por exemplo.

Foram duas horas de conversa sobre mim. Sobre energia. Sobre aquilo que tá solto demais, aquilo que tá travado demais. E muitas dicas para fazer a energia fluir melhor. Sempre acreditei demais na energia que emanamos para o universo e descobrir como trabalhar com elas foi uma euforia e tanto! Me vi animada, empolgada e amedrontada, porque preciso me encarar com mais cuidado para fazer girar aquilo que tanto sonho para mim. Volta-se a enxergar aquela luz no fim do túnel mas, dessa vez, sem a vontade de sentar e deixar para lá, por medo do que virá.
Descobri que minha curiosidade e empolgação
são maiores que minhas crenças limitantes e medo do desconhecido.
 
E descobri que preciso alimentar minha paciência, porque né? Queremos tudo para ontem. Mas tem uma paz tão danada da boa comigo, tem uma tranquilidade tão gostosinha que, caramba! Quero descobrir mais e mais sobre mim, quero saber mais e mais sobre quem sou e – principalmente – quem posso ser e onde posso chegar.

Se você quiser saber mais sobre tudo que rege você, recomendo analisar todo teu mapa astral. Conhecer teus bloqueios, descobrir quais áreas deve trabalhar para mexer com a energia que te move. É incrível!

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