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E agora, o que fazer?



Precisamos nos unir, naquelas coisas que temos de melhor. Aceitando, ao mesmo passo, que não estamos prontos. Que há o que crescer. O que melhorar. Enaltecendo o que há de bom, uns nos outros. Acontece que, recentemente, houve uma ruptura. Houve soltura dos bichos que estavam guardados dentro de cada um. E a defesa para os monstros, tristemente, tem sido forte.

A vontade da maioria é se provar, ou fazerem-nos provar das próprias verdades. Enquanto isso, admiração foi parar no ralo. Obrigações foram jogadas no ar. E ao mesmo tempo que apareceram os estilhaços, abraçamos a liberdade de fugir rumo a fora de tudo o que era mera convenção social e familiar.

Vamos aprender a defender os nossos, mas sem agressões aos que se opõem. Identificar os momentos em que o silêncio é a melhor opção. Que nos abster, às vezes, é solução. E ainda, reconhecer que a ferida que se abriu, vai demorar para curar.

Por isso, como enfrentar nossos medos, senão amando? Como enfrentar as adversidades, senão oferecendo uma flor? Do amor viemos, e de arte vamos viver. Avante.

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