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Primeiro o amor próprio, depois o recíproco


Nós somos a geração fast food e isso não é só para comida. Infelizmente estamos aplicando isso em nossas vidas. Queremos tudo para ontem: sucesso profissional, resposta de uma entrevista de emprego e, claro, não poderia deixar de mencionar aqui, as relações.

Já perceberam como qualquer relação, seja ela amizade ou namoro — leia-se também ficantes, ou qualquer outro nome dado à relação a dois — se esgota tão rápido? É sério. Somos uma geração que não tem paciência nem para fazer uma pipoca a moda antiga, quem dirá esperar por um relacionamento duradouro.

Dizem que a tecnologia veio para confundir o amor, inclusive o amor próprio. Você passa o dia todo conversando com a pessoa no whatsapp e, se ela demora mais de 3 minutos para te responder, acabou o amor, acabou a paixão, vida que segue e partiu dar um combo de curtidas naquele crush que estava guardado na gaveta.

Tô mentindo?

Cada dia que passa as pessoas se envolvem tão rápido e sofrem na mesma intensidade. Conheço pessoas que, na busca incessante pelo amor da vida, acabaram esquecendo de buscar o amor próprio. Hoje em dia se você posta uma foto e não tem mais de 100 curtidas, é motivo de birra para o dia inteiro. Já começa a procurar defeitos onde não tem e se a pessoa que você relaciona não curtiu a sua foto então, vish, já acha que não tem mais sentimento.

Não vamos deixar a tecnologia atrapalhar o amor, por favor... 

Eu fico me perguntando... Será que é porque existe esse desespero louco por encontrar alguém, ou porque as pessoas literalmente perderam a noção do que realmente é o amor?

Não deixe o desespero, a carência e a falta de amor próprio te dominar. Não se entregue a alguém só porque vocês torcem pelo mesmo time. Não se envolva em um relacionamento vazio. Guarde seu coração, é seu bem mais precioso. Aprenda a se amar primeiro, para depois amar alguém. A ordem é clara, primeiro o amor próprio, depois o recíproco.

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