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acasos


Eu vejo as letras salvas nuns e-mails tão antigos e deixo as palavras me inundarem inteira. Achei que havia perdido tudo de bonito que fora escrito, tudo de bonito que fora dito, tudo de simples que fora contado e me vi, não só recordando, como sabendo o tom, o toque, o cheiro, a cor — que jurava ter deixado escapar também. Tava tudo ali, salvo com datas antigas, impregnados de querer bem, de palavras sinceras e – pudera! – tão doloridas. Não que fossem. Mas que são. E perdida naquelas linhas, encontrei um “meu eu” tão cheio de audácia, de ousadia e diferente que me peguei perguntando onde é que foi que me perdi e, tanto pensar, concluo que não sou eu quem me acomodo e te saliento que nunca gostei – agora sei – de comodismo.

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