icones sociais

Os ciclos da vida


Sabe aquele amor de cinema? Talvez ele nunca exista, não da forma como você idealizou, pelo menos. Pode ser que ele sequer venha, ou venha “atrasado” ou venha de uma forma totalmente inusitada.

A vida é criativa. A vida é certeira. Sabe do que precisamos, mesmo que só consigamos distinguir o que era bem depois.
O ciclo da vida, para citar a música icônica do inesquecível “O Rei Leão”, é feito de começos, mas também é feito de fins. É feito de meios às vezes sem graça, às vezes inesquecíveis. Acima de tudo, é feito de recomeços infinitos. É feito de voltas, laços, encontros e reencontros. É feito de gente. É feito de nós.

Então, se prender a alguém, a um momento, como se fosse a última gota de água do oceano é a receita para a frustração, para o desalento. Nunca sabemos quando será o começo de um novo ciclo, nunca saberemos quando será seu final.



Sabemos, no entanto, que dentro dele giramos, e mudamos, e crescemos e aprendemos. E continuamos. A vida é mais forte. Mais forte do que qualquer decepção, do que qualquer coração partido, do que qualquer desilusão. Ela continua e, aos poucos, nós também.

Levantamos e deixamos o vento bater em nosso rosto, o coração bater acelerado e os passos se darem, um a um, em direção ao futuro. Em direção ao próximo ciclo. Como iremos vivê-lo, essa é uma escolha que nos cabe. Se felizes ou tristes, ansiosos ou empolgados, a escolha de como viver é nossa. A escolha de viver é nossa.

Afinal, como diz Bob Dylan, podemos nos ocupar com duas coisas: ou nos ocupamos em viver, ou nos ocupamos em morrer. Eu escolho viver. E você?

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