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O que o filme da pequena sereia tem para nos ensinar?


Sabe aquela velha frase: "a grama do meu vizinho é mais verde do que a minha?" Exato. Tudo começa porque Ariel acredita que o mundo que ela vive não é o seu lugar. Ela quer ir além, ela quer mais. Está errado? Não, porque tudo que nos move é aquilo que faz o nosso coração bater mais forte.

A pequena sereia é o meu filme favorito, mesmo eu tendo 28 anos. Porque ele me ensinou, desde sempre, a nunca me acomodar dentro da minha realidade.

— É ficção, Re Vieira!
— É mesmo pessoal?

Imaginem só, já pensou o que aconteceria se quem nasce na favela e sonha em ser um artista desistisse dos seus sonhos só por que mora na favela? (Ainda bem que eles não desistem.)

Ou, me digam, o que é que seria de cada pessoa que deseja ser algo na vida, mas, de repente, a sua realidade parece colocar aquele "sonho", nas mãos da "utopia?" (Ainda bem que eles desafiam a utopia.)

Aí eu deixo a pergunta: então eu não irei para a praia, por que ao invés de pernas eu tenho barbatana?

Errado! Eu vou a praia mesmo que eu tenha que sacrificar a minha zona de conforto e perder algo no processo para enfim provar o meu valor e alcançar o meu objetivo. A pequena sereia pode ser vista como um filme infantil e "bobinho"para os adultos. Mas o filme, desde pequena, me ensina que eu posso tudo aquilo que eu desejo.

O que eu preciso é fazer algo enquanto todos dizem que não é permitido. Acomodar é o que incomoda. E enquanto eu ficar presa em minha zona de conforto por ser o meu lugar no "mar", nada irá acontecer.

É por isso que eu nunca tive medo de mergulhos profundos, porque quando eu alcanço a superfície, eu sei exatamente aonde eu quero chegar, e tendo os sonhos como o meu leme, nada irá me boicotar!

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